Um diário sem folhas, um desabar de tudo o que não tem mais lugar na cabeça. Devaneios e desabafos de uma geminiana tão diferente e tão igual a tantas outras...
Sinto mais do que demonstro, sei mais do que aparento.
Um diário sem folhas, um desabar de tudo o que não tem mais lugar na cabeça. Devaneios e desabafos de uma geminiana tão diferente e tão igual a tantas outras...
Sinto mais do que demonstro, sei mais do que aparento.
Tu, que dizes sempre "este ano é que vai ser"... e foi. E desta, tens a certeza que foi diferente.
Foi um ano cheio de emoções, muita mas mesmo muita luta, contigo, com os outros, pelos outros.
Foi um ano que sem dúvidas nenhumas te mudou e mudou a tua vida para sempre.
Foi um ano que te ensinou a toque de pancada, e que te feriu irremediavelmente. E se há feridas que nos mudam não é ?...
Este ano foi sem dúvida diferente. Hoje sabes o que amas, a quem amas, o que queres e o que permites. Por uma vez sabes o que queres... tu, que sempre disseste saber o que não querias.
Hoje sentes-te mais completa, mais madura sem perder a coragem infantil que te permite não te perderes. Mas mais pesada também. Porque andas com esse passado às costas? Se hoje sabes o que é importante para ti, o que te leva para a frente e finalmente decidiste que queres andar para a frente...?
Viveste, sim.. sofreste, foi um ano macabro... e aprendeste, valha-te isso. Nao achas que está mais do que na hora de agarrar a aprendizagem e largar tudo o resto?
Este ano foi sem dúvida diferente, este ano permitiu-te encontrares o teu lugar. Não o percas de vista.
E quando baterem as doze badaladas enche o peito de ar, enche-te de coragem, enche-te de amor e não olhes mais para trás.
Olá 2016. Olá ano novo. Olá deixar de ser besta. Olá saber distinguir quem merece.
De tanto pensarmos no bem estar dos outros e tentar ajuda-los e estar sempre disponíveis acabamos por ser muito maus para nós próprios.
Não quero com isto dizer que nos devemos tornar frios e maus com todos, óbvio que não, mas nós sabemos quem realmente nos quer bem independentemente do que damos, oferecemos ou compramos.
Quem nos quer bem, quer ver-nos bem, sertir-nos bem e nao nos levarà a fazer nada contra o nosso bem.
Um ano novo vem… e com ele todo um desejo de mudança… tão previsível.
Hoje alguém me disse “A minha resolução para 2016 é não mudar.” e é tão lógico!
A resolução de alguém que se ama, que confia em si, que está satisfeito com aquilo em que se tornou, com o que aprendeu, com o que obteve, com o que vive. Que se permite melhorar mas não mudar.
You shout it loud But I can’t hear a word you say I’m talking loud, not saying much I’m criticized, but all your bullets ricochet You shoot me down, but I get up
I’m bulletproof, nothing to lose Fire away, fire away Ricochet, you take your aim Fire away, fire away
You shoot me down but I won’t fall I am titanium You shoot me down but I won’t fall I am titanium
Cut me down But it’s you who’d have further to fall Ghost town, haunted love Raise your voice, sticks and stones may break my bones I’m talking loud not saying much
I’m bulletproof nothing to lose Fire away, fire away Ricochet, you take your aim Fire away, fire away You shoot me down but I won’t fall I am titanium You shoot me down but I won’t fall I am titanium I am titanium I am titanium
Stone-hard, machine gun Firing at the ones who run Stone-hard, that bulletproof glass
You shoot me down but I won’t fall I am titanium You shoot me down but I won’t fall I am titanium You shoot me down but I won’t fall I am titanium You shoot me down but I won’t fall I am titanium.
É com um certo alívio que encaro este final de ano. Sim sou dessas que vê na viragem de ano uma nova oportunidade para recomeçar. Sim, dessas para quem uma segunda-feira má indica uma semana má, dessas que acredita em ciclos, e que neste momento acredita que o fim de 2015 vai ser o fim de um ano mais difícil que agradável.
E que 2016 traz de novo o sol, a alegria e a força.
Sinto que me perdi este ano. Não sentes o mesmo? Que batalhaste, lutaste, suaste… Para nada. Estou exactamente como no início do ano. Não estou, mas o balanço não é positivo. 2015 foi realmente um ano difícil. De escolhas, de bater com a cara no chão, de loucuras e besteiras mas pouca aprendizagem.
2016, sendo que o 16 é o “meu” número, espero que me traga algo, me acrescente, me complete.
Sei que depende de mim, também sei que pode parecer loucura sentir uma força trazida por doze badaladas que não passam do fim de uma hora para o início de outra, um caso que nos acontece 24 vezes por dia… Mas para louca eu tenho bem a minha quota e sinto que 2016 é que vai ser!